terça-feira, 23 de agosto de 2011

Uma questão de poder - parte 2



Diante dos chimpanzés, os tradicionais argumentos das sociedades humanas ficariam paralisados. Pode-se sustentar que Luit era rei por vontade de algum deus? É possível atribuir ao passado a fonte de legitimidade da aliança entre Nikkie e Yeroen? Há como identificar neste bando qualquer costume ou lei que lhes sirva de constituição? E a vontade geral do bando, é razoável supô-la como instituidora de algum tipo de soberania? Não, quatro vezes não. Entretanto, é possível sentir na dinâmica social dos chimpanzés algo que nos lembra a humana, embora seja profundamente distinta desta. Onde elas se aproximam? A partir de que ponto se repelem? 

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Uma questão de poder (parte 2) - minha reflexão sobre o poder e a democracia prossegue no sítio A Barriguda. Para ler o texto completo, clique aqui.


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4 comentários:

  1. Gosto quando você posta textos.

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  2. São muito bons mesmo. Já pensou em dar uma cor menos sóbria ao seu blog?

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  3. Prezada Marília, agradeço a leitura e o comentário. Sinta-se sempre bem vinda ao Arriscos!
    Testei várias possibilidades de desenho e cor até concluir que a atual é a mais adequada. Em todo caso, essa conclusão é provisória e, quando fizer uma mudança, pensarei na sua sugestão.
    Forte abraço!

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