terça-feira, 20 de setembro de 2011

Cinco respostas


Os editores do blogue jurídico Legendarium fizeram-me o convite bastante gentil para conceder-lhes uma entrevista. Aceitei o desafio de figurar entre juristas consolidados, sendo apenas um escritor-filósofo em formação. Os dedos tremeram, mas as respostas saíram. Eis um pouco...

Eu penso que a utilização do prefixo ‘pós’ para designar uma ou mais de uma corrente de idéias é suficientemente genérica para não implicar nada além de certa noção temporal. Quando se fala em pós-modernidade, por exemplo, faz-se referência a algo que se acredita ter sucedido a modernidade; entretanto, não há qualquer precisão nesse uso. Por outro lado, a insistência no ‘pós’ é simbólica e funciona como o estandarte que certas idéias e valores portam durante a batalha travada para se insinuar na ordem do discurso e, eventualmente, desbancar idéias e valores contra os quais se impõem.

... da entrevista completa aqui e ali.

*

 Émile Durkheim, sociólogo francês, autor de reflexões interessantes sobre a moralidade em A educação moral.

*

Nenhum comentário:

Postar um comentário