domingo, 4 de setembro de 2016

Assombração




Aí sim, rimos todas, não das histórias, mas de como nos assustávamos com essas tolices trinta, quarenta anos atrás. Então, a luz voltou, as vizinhas saíram e eu dispensei a carona de Márcia; voltei a pé pra casa, tomando a fresca como em oito e pensando nas constelações. Lavei os pés, pulei na cama e caí no sono. 
É aqui que eu queria chegar. 

*

Trecho de de Assombração, conto meu publicado na edição de agosto/16 do Correio das Artes, suplemento literário do jornal A União.

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